Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Seca devastadora


Por ocasião do aniversário de um episódio histórico, Jerónimo de Sousa recordou a importância imperiosa do anti-fascismo que o mesmo evoca. Diz ele que "assistimos, hoje, a uma poderosa" imagine-se "operação de branqueamento do fascismo, através da qual os historiadores do sistema negam a existência do regime fascista em Portugal". Depois de anos a fio a colocar ideias feitas na cabeça do povo e a promover uma cúpula de artistas (de todo o tipo) tão "revolucionários" como confortavelmente instalados, o PC ainda quer mais. Não se recorda que a sua presença e a dos seus congéneres em hemiciclos por todo o Mundo já lhe confere, no contexto do duelo entre ideologias torcionárias, um benefício claro em relação ao fascismo, proibido na constituição portuguesa. Arremeter contra o "fascismo" de outrora numa altura destas revela o quanto o PC actual se entretém oportunamente a encher chouriços. Já em nada surpreendem estas velhas ideologias que arrastam o seu bafio de há cento e muitos anos para cá.

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